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Sinopses

Seja como for, o mundo quero ver
No Brasil quero ancorar
Pra esse lindo país conhecer
Não há África, Europa ou América que vá me conquistar. Sou mais você Brasil


A rotina me cansa, preciso de novidade
Peço a benção do protetor e sigo
Minha ânsia é descobrir
Com passagem e passaporte em mãos, não fico!
Indiferente do transporte
De lugares maravilhosos quero usufruir

A nobreza européia engrandece
Num deslumbre de relógio e torre
O gelo que desce dos Alpes
Se mistura com o calor das touradas
São moinhos que deslizam, com tulipas no chão
São aldeias, são histórias
De ruínas, coliseu e portão

O berço da humanidade que desperta emoções
Com seu povo, sua arte, fé e cultura
Um feitiço de faraó que aguça gerações
Identidade egípcia em mistérios de um deserto
Sensação de calafrios com sua fauna
Leões, zebras... guizão
Gigantesca vida que pulsa no centro do mundo...
...no coração

América, vermelha na identidade
Terra nova que exibe suas tradições
Desde estátua simbolizando liberdade
A povos que marcaram civilizações
Com praias de água límpida, celeste
Cidade histórica de puro fascínio
Ou com cassinos pra tentar a sorte
Enfim, o que não falta é espetáculo


De todos prefiro você, Brasil
Conhecer São Paulo da “Luz” e desfrutar
Desvendar mistérios pantaneiros, mil
E em Brasília a arquitetura admirar
Já foi chamado de lindo e trigueiro
Mas são tantas as belezas
Difícil nomear
Fico com os lençóis maranhenses e o farol da barra
Suficiente pra agradar
Junto com o Cristo, o samba e a floresta
Um país para recordar


Roteiro

Seja como for, o mundo quero ver
No Brasil quero ancorar
Pra esse lindo país conhecer
Não há África, Europa ou América que vá me conquistar. Sou mais você Brasil



Comissão de frente: Comissários e Comissárias de bordo


Tripé: Sob as bênçãos de São Francisco Xavier – Padroeiro do turismo


1º casal de mestre sala e porta bandeira: Passagem e Passaporte

Ala 1 – Turistas


Abre alas: Meios de transporte. Esse carro é a representação dos aviões, ônibus e trens que levam as pessoas a conhecerem o mundo.


Ala 02 – Big Ben
Ala 03 – Torre Eiffel
Ala 04 – Alpes Suíços
Ala 05 – Touradas espanholas
Ala 06 – Moinhos Holandeses
Ala 07- Aldeias portuguesas

Destaque de chão: As riquezas européias.

2º carro: Europa - Torre de Pizza, Portal de Norderburg e ruínas Gregas.


2º casal de mestre sala e porta bandeira: África

Ala 08 - Baianas - Arte e fé Africana

Rainha de Bateria: A exuberância do oriente médio

Ala 9: Bateria: Sheiks

Ala 10: de passistas: Odaliscas

Ala 11- Pirâmides egípcias
Ala 12- Esfinge
Ala 13- Deserto do Saara

Destaque de chão: Beleza africana

3º carro: África – Savanas. Esculturas gigantescas de leões, zebras, elefantes e demais animais da fauna africana. Um verdadeiro Safári.



2º casal de mestre sala e porta bandeira – Américas

Ala 14 - Estátua da liberdade
Ala 15 - Civilização Asteca no México
Ala 16 - Praias Caribenhas
Ala 17 - Machu Picchu no Peru
Ala 18 - Cassinos Uruguaios

Destaque de chão: A luz da América

4º carro Américas – O glamour dos shows americanos da Broadway e a Disney.
A velha guarda e as crianças presentes nessa alegoria

3º casal de mestre sala e porta bandeira: Brasil

Ala 19 – Estação da Luz
Ala 20 - Pantanal
Ala 21 - Brasília
Ala 22 - Lençóis maranhenses
Ala 23 - Farol da barra na Bahia

Destaque de chão: Passista

5º carro: Brasil. Terra do samba e pandeiro. O cristo abençoando essa beleza, as praias maravilhosas e a nossa floresta impar.




Luis Antonio Colombo
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O reino da vida, da mais pura energia!

Há milhares de anos os vegetais deixaram a água
Numa divina obra abençoada da mãe natureza
Se espalhou, ganhou a terra, embelezando a esfera
Reino que nas quatro formas mostra sua riqueza

Fabulosas vidas que nos protege, hoje e amanhã
Alívio pra males simples, um bem cuidado
Erva doce, cidreira, camomila, boldo e hortelã
Ewe, um remédio abençoado

Bendita fonte de alimento que cessa a fome
Que brota do milho, arroz, feijão, café e soja
Que serve a mesa do povo, que se farta, come
Trigo, laranja, banana e outros numa bela horta

Espécies que são mais que vidas, são expressões
São sempre vivas... orquídeas
Comunhão como os cravos e as rosas
Fontes de luz, girassóis, aroma de jasmim
Ou margaridas beijadas por borboletas
Presentes em nossos corações
Plantadas num belo jardim

Prontas para o mundo mover
Frutos de mentes sabias que cultivam energia
Mamona, pinhão,cana e dendê
O mais rico óleo que purifica
Deixa o mundo limpo onde eu quero viver



Roteiro

Comissão de Frente: Mãe Natureza

1º casal de ms e pb: Reino “Vida” Plantae

Abre Alas: Gimnospermas, Angiospermas, Briófitas e Pterodófitas.

Ala 1: Erva Doce
Ala 2: Cidreira
Ala 3: Camomila
Ala 4: Boldo
Ala 5: Hortelã

Destaque de chão: Ewe

2ª Alegoria: Farmácia Natural

Ala 6: Milho
Ala 7: Feijão
Ala 8: Arroz

Rainha de bateria: O ouro verde, café.
Bateria: Café

Ala 9 -Passistas: Soja

Ala 10: Trigo
Ala 11: Laranja
Ala 12: Banana

Destaque de chão: Espantalho

3ª Alegoria: Horta

Ala 13: Sempre Viva
Ala 14: Orquídeas

2º Casal de ms e pb: Cravo e Rosa

Ala 15: Girassol
Ala 16: Jasmim

Ala 17: Bahianas: Margaridas

Destaque de chão: Borboleta

4ª Alegoria: Jardim

3º Casal de ms e pb: Energia

Ala 18: Mamoma
Ala 19: Pinhão Manso           
Ala 20: Cana
Ala 21: Dendê

Destaque de chão: Planeta limpo

5ª Alegoria: A energia limpa que moverá o planeta. – Velha Guarda



Luis Antonio Colombo
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Pra você!

Há muito tempo o homem procura agradar
Para não se mostrar ausente
Civilizações antigas acharam uma forma de presentear
Raminhos de árvores e frutos eram os presentes

Nascemos presenteados
Com um poder espiritual
Mas se gostamos de ser queridos
Apelamos ao material

Uma estrela no céu a guiar
Três reis magos na busca Dele
Para o ouro, incenso e mirra entregar
O melhor que o mundo ganhou
Agradecendo Cristo pelo novo mundo que desabrochou

Criança também gosta
Pode ser brinquedo ou não
Bonecos, jogos eletrônicos e bola
Ou pirulito, bala, doces para comer rolando no chão

Com a infância no passado, olhos para a conquista
Pintam os amores
Jóia, chocolate, perfume ou roupa
Tudo é bom, mas nada melhor do que flores

Na morte também recebemos
Nossos entes queridos nos levam
Será que nos agrada?
Velas, oferendas, orações e incensos
Mesmo mortos o presente é sinal de que nos amam
E em nossa nova morada
Somos eternos presentes de Deus




Roteiro do enredo: Um presente para você!

Comissao de frente: O simbolismo de presentear: folhas e frutos do jardim

1º casal de ms e pb: Espiritual e Material

Abre alas: Um mundo de presentes

Tripé: Os três reis magos

Ala 1: Ouro
Ala 2: Incenso
Ala 3: Mirra

Destaque de chão: Estrela guia

2° Alegoria: Presépio estilizado – Jesus: o maior presente da Terra: a Paz.

Ala 4: Baianas – Bonecas

Rainha de bateria: Boneca de pano
Ala 5 - Bateria: Soldado de chumbo

Ala 6: Passistas – Bichinho de pelúcia
Ala 7: Jogos eletrônicos
Ala 8: Bolas
Ala 9: Doces

Destaque de chão: Doce inocência

3º Alegoria: Quarto de criança

2º casal de M.S. e P.B. – O amor

Ala 10: Jóias
Ala 11: Chocolate
Ala 12: Perfumes
Ala 13: Roupas
Ala 14: Compositores – Serenata
Ala 15: Multimídias
Ala 16: Velha guarda – Livros

Destaque de chão: Rosas vermelhas

4ª Alegoria: Cesta de flores

3º casal de M.S. e P.B. – A morte

Ala 17: Velas
Ala 18: Incensos
Ala 19: Oferendas
Ala 20: Orações

Destaque de chão: Luz Divina

5ª Alegoria: Cemitério

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Com atitude dá pra mudar!


1º setor – A sociedade consumista

             O cotidiano dos seres humanos é a busca da comodidade numa Terra que não pára de crescer, geradora de uma sociedade consumista que luta pela sobrevivência de forma agressiva e que ataca o seu ambiente a todo o momento, esquecendo do futuro e esgotando seus recursos.
            A tecnologia surgiu para se superar. Lança novos computadores, carros, eletroeletrônicos e novos alimentos com suas embalagens fascinantes, entupindo as veias de nosso planeta, deixando o lindo azul da Terra, visto do espaço, turvo e sufocante. Para mudar precisamos reduzir, reutilizar e reciclar.

         

2º setor – Reduzir

            Precisamos transformar o planeta, que hoje é uma panela de pressão prestes a explodir e repensarmos em nossos atos. A consciência de muitos seres dessa nave já começou a reduzir seu consumo, aliviando a pressão que ainda é muito grande.
            Reduzir consiste em poupar os recursos naturais e produzir cada vez menos lixo. As indústrias devem captar água somente o necessário para seu processo de industrialização e buscar formas de reaproveitar essa água ao máximo em todo o processo, assim como a energia elétrica provinda de usinas termonucleares, hidroelétricas e termoelétricas.
            O Brasil é um exemplo mundial na redução do uso dos combustíveis fósseis, produzindo os combustíveis renováveis através de vegetais, poupando as reservas fósseis que não são infinitas e que poluem bem mais durante sua queima. Mas por outro lado destruímos nossos biomas em atos de pura covardia. Queimamos-os por ganância em produzir, sem pensar no amanhã.



3º setor- Reutilizar
           
            A arte é uma aliada na salvação do planeta quando falamos em reutilizar, já que podemos transformar materiais que possivelmente esperariam dezenas, centenas e milhares de anos para deixarem de existir.
            Mesmo não sendo um poluente persistente, o jornal se destaca como o pai de toda essa arte graças às lindas peças decorativas que podem ser feitas com seu reaproveitamento. Já o óleo de cozinha é um grande vilão para o meio ambiente desde que não seja reutilizado como biodiesel, mais um combustível renovável, ou até mesmo na produção de sabão em barra pelas donas de casa.
            E as garrafas pets surgiram para facilitar a vida dos consumidores e se tornaram responsáveis pela poluição dos rios e lagos e até do mar. Hoje elas podem se transformar em vassouras, flores, bancos e muitas outras coisas que a criatividade permitir.
            O lixo orgânico produzido em nossas casas também é reutilizado, podendo ser transformado em adubo para plantas sem quaisquer danos à natureza.
            Os filtros de café, em mãos de artesões, se transformam em abajures e quadros. Uma arte de fino acabamento com ares de nobreza, se contrapondo com os dejetos da construção civil e os pneus, que por muito tempo não tinham serventia e hoje são reutilizados. O primeiro pela própria fonte geradora e o segundo, graças a sabedoria humana, são reaproveitados em solo asfáltico, galerias de esgoto, bancos de praça ou simplesmente balanços de parques infantis.



4º setor – A reciclagem

            A vida em si é uma reciclagem e esse processo nos cuidados com a Terra é fundamental. Saber separar os plásticos, os papéis, os vidros e os metais e encaminha- los às usinas de reciclagem é uma atitude inteligente, responsável pela união do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável, além de reconstruir o hoje com esperança e preservar o amanhã com sabedoria.
            Permitir que vivamos num planeta limpo e saudável depende da atitude responsável de cada homem que habita esse planeta. Pensem nisso!


Luis Antonio Colombo




Roteiro: Com atitude dá pra mudar!



Comissão de frente: Sociedade consumista



1º casal de ms e pb: Os recursos naturais

Abre alas: A tecnologia ofusca o brilho natural da Terra. Comprar, comprar e comprar!

Ala 1: Lixo
Ala 2: Água
Ala 3: Energia elétrica
Ala 4: Petróleo

Destaque de chão: A ganância

2ª Alegoria: Desmatamento das florestas

Ala 5: Jornal
Ala 6: Óleo de cozinha         

Bateria: Garrafas Pet

Ala 7 - Passistas: Artesãos

Ala 8: Lixo Orgânico
Ala 9: Filtro de café
Ala 10: Entulho da construção civil
Ala 11: Os pneus

Destaque de chão: O dom da arte humana

3ª Alegoria: A arte de reutilizar

Ala 12: Papel
Ala 13: Plástico
Ala 14: Vidro
Ala 15: Metal

2º casal de ms e pb: Meio ambiente e economia

Ala 16: Crianças: O hoje
Ala 17: Velha guarda: O amanhã

Destaque de chão: O ser capaz, humano.

4º Alegoria: A máquina da reciclagem/O planeta limpo


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Enredo: Da Ásia as sementes, do Brasil o fruto. Uma fantástica viagem pelos pomares da fruta ouro.
1º setor
A origem da laranja
Um dos mais populares frutos no Brasil se destaca entre tantos outros, não menos importantes, graças a sua popularidade.
Quem nunca brincou na rua de: O caminhão de laranja passou por aqui? Quem nunca foi à feira e deu de cara com o feirante aos berros: Olha a laranja, docinha... docinha...? Ou passou na frente de um bar e notou uma máquina com laranjada fresquinha? Pois bem, não tem como não dizer que esse fruto, de sabor cítrico e rico em caldo, faz parte de nossas vidas.
A origem exata da laranjeira, árvore frutífera da família Rutaceae, responsável por dar os frutos, é incerta, porém, acredita-se que tudo se iniciou na Índia e tenha se espalhado pela Ásia rapidamente, quando do cruzamento entre o pômelo com a tangerina, surgiu a laranja.
Devido a sua fácil produtividade e sabor, considerado por muitos na época, exótico, não demorou muito para que suas sementes ganhasse o mundo.
2º setor
Do mundo para o Brasil
Foi pelas mãos dos portugueses que a laranja doce, como era conhecida, foi trazida da Ásia para a Europa no século XVI. Um dos primeiros locais do novo continente onde se iniciou o cultivo da laranja foi a França, tendo os franceses adaptado o nome narang (como era conhecida) para Orange, fazendo uma analogia entre a cor da laranja e a cor do ouro.(Or= ouro em francês).
Com toda a Europa e Oriente Médio, invadidos pela fruta, os portugueses resolvem trazer para as terras brasileiras o fruto que outrora teria conquistado os mais nobres dos europeus. Isso se deu a partir de 1530 com a colonização de nossas terras quando a América foi apresentada a um fruto que a colocaria em destaque na sua produção séculos à frente, graças ao clima tropical e solo fértil brasileiro.
3º setor
Do auge à crise ao auge
As terras brasileiras foram propícias para a cultura da laranja e logo despertou grande interesse dos pesquisadores europeus, levando a flora brasileira às páginas de diferentes livros em volta do mundo.  A adaptação nas nossas terras foi tão satisfatória que muitos chegavam acreditar que a fruta seria nativa, e foi no solo brasileiro que se desenvolveu a variedade baiana ou de umbigo que viera conquistar os EUA, outro importante produtor. Era o auge da cultura que soava como música aos ouvidos de quem a produzia.
Mas nem só de glórias se escreveu a história da citricultura no país. No decorrer da segunda guerra mundial, com a crise que afetou o mundo, os laranjais passaram por um momento crítico, sendo abandonados e infectados por um vírus denominado de tristeza, entre outros, que causou danos sérios aos pomares, principalmente aos paulistas, onde se concentravam a maior quantidade de produtores.
No entanto estava escrito que o Brasil seria o maior produtor da fruta e logo após o fim da II Guerra Mundial, o governo brasileiro investe em estudos e as exportações se reiniciam num caminho sem volta, até o país se tornar o maior produtor de laranja do mundo.
4º setor
Indústria
            Embalada pelo consumo e pelas exportações a indústria inicia seu processo de expansão das qualidades do fruto. Graças ao processo de industrialização deixamos de encontrar a laranja apenas na forma de fruta em nossas mesas. Hoje podemos notar a importância desse fruto na produção de cosméticos, em medicamentos, pela sua fonte de vitamina C, em produtos de limpeza, em diversos alimentos como aromatizante, no tradicional suco e refrigerantes.
            Hoje o Brasil se encontra em papel de destaque no mundo como produtor de laranja, e o estado de São Paulo mantem-se firme na dianteira do mercado nacional.
            Tal processo de industrialização e comércio prova o que os franceses já pensavam: Or (ouro) = laranja. Laranja que nos enriquece com sua história e com suas qualidades, ontem, hoje e sempre.


           
Roteiro do enredo: Da Ásia as sementes, do Brasil o fruto. Uma fantástica viagem pelos pomares de ouro.

Comissão de frente: Crianças/Feirantes. Faz parte dessa comissão um tripé que representa o caminhão de laranjas. Ora a comissão se apresenta como feirantes ora como crianças brincando de “O caminhão de laranja passou por aqui?”
1º casal de MS e PB: Pômelo e Tangerina
Abre Alas: O berço Asiático- Com esculturas que nos remetem à Índia e China- Destaque: O Sabor Exótico e as fantasias das sementes que ganharam o mundo.
1ª ala: Portugueses
2ª ala: Europa
3ª ala: França e a fruta ouro
Tripé: Caravela Portuguesa
4ª ala: Rumo á América
5ª ala: Clima Tropical
Destaque de chão: Terra Brasilis
2º carro: Bem vindos ao Brasil!
6ª ala: Solo fértil
Rainha de bateria: Exuberância de nossas laranjas
7ª ala: bateria: Cientistas europeus
8ª ala: passistas: Riqueza de nossa flora
9ª ala: Compositores: Música aos ouvidos
10ª ala: baianas: Variedade baiana nos EUA
11ª ala: II Guerra Mundial
2ª casal de MS e PB: A crise dos pomares brasileiros
12ª – Doenças- vírus da tristeza
Destaque de Chão: Fênix
3º carro: Dos pomares vazios aos pomares de hoje. Um brinde à ciência. Nessa alegoria haverá a representação da tristeza dos pomares abandonados, a ciência de novas descobertas e o ressurgimento dos pomares. Destaques: pragas, a ciência e a vitória de um novo tempo.
Ala 13ª – Cosméticos
Ala 14ª – Vitamina C
Ala 15ª – Produtos de Limpeza
Ala 16ª- Sucos e refrigerantes
Destaque de chão: Operários
4º carro: A industrialização – Essa alegoria representa um processo industrial e ao seu lado direito a velha guarda e ao esquerdo as crianças, compõem o carro.

luis antonio colombo
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 Um Brasil de Chicos.


Justificativa
Não é novidade que o Brasil seja uma nação mestiça, recheada de culturas e povos. Somos brasileiros e brasileiras que vencemos a cada dia. Seja João, Ana, Carlos ou Maria, seja da Silva, Souza, seja o nome que for. Mas uma graça é especial: Francisco. Brindemos ao céu por nos presentear com quem chamamos carinhosamente de “Chico”. Sejam homens comuns ou personalidades que lutam por um ideal como na política, na música, na dramaturgia ou na religião, enfim, o Brasil é Francisco Mendes Buarque Anysio Xavier.  Muito prazer!
1º Setor – Chico Mendes
            Nascido Francisco Alves Mendes Filho, no dia 15 de Dezembro de 1944, na pequena cidade de Xapuri-AC, Chico Mendes passou sua infância ao lado do pai correndo livre nos seringais.
            Chico então cresceu, juntamente com seu amor pela floresta. Tornou-se Sindicalista pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais e, consequentemente, vereador pelo PT, onde plantou a sementinha de criação das reservas naturais e o extrativismo.
            Um homem de ideais, que trouxe para Xapuri uma delegação da ONU para denunciar o desmatamento da floresta Amazônica. Sobretudo ainda discursou para o Senado Americano e para o BID _ Banco Interamericano de Desenvolvimento_, ganhando prêmios internacionais pelo seu trabalho.
            Toda essa luta e exposição, pelos seus motivos, despertou a ira daqueles que usavam a floresta para o bem próprio e Chico fora então assassinado no dia 22 de dezembro de 1988 no quintal de sua casa, aos 44 anos de idade. Foram tiros que calaram a floresta e até os dias de hoje é surrada covardemente.
2º Setor – Chico Buarque
            Carioca da gema, dominador das artes, Francisco Buarque de Hollanda, ainda adolescente, já escrevia e publicava seus contos nos jornais e logo publicou seu primeiro livro de contos, A Banda. No decorrer de sua vida ganhou 03 prêmios Jabuti de literatura, mas ficou conhecido no Brasil pelo seu talento com a música ao vencer o Festival de Música Brasileira.
            O país atravessava o período de ditadura. Chico era Socialista declarado e por isso foi obrigado a se exilar por um tempo na Itália, onde, ao lado de Toquinho, fez shows. Uma de suas canções que retratavam a situação política do Brasil foi “Meu Caro Amigo”, direcionada a um amigo que também se encontrava exilado.
            Chico também brilhou no teatro compondo trilhas sonoras e escrevendo espetáculos de grande destaque como O Grande Circo Místico, Gota d'água, Calabar, Ópera do Malandro e Roda Viva.
            Um orgulho brasileiro para se aplaudir de pé. Viva, Chico, o Chico das artes.
3º Setor – Chico Anysio
Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho, cearense de Maranguape, Chico Anysio como ficou conhecido, é outro Chico Brasileiro que dominava diversas artes. Atuou como ator, dublador, escritor, compositor,  pintor e se destacou no humor com seu amor incondicional à arte de fazer rir. Em toda sua trajetória de vida, 64 anos de carreira, criou personagens relevantes como Professor Raimundo, Alberto Roberto, Salomé e Bento Carneiro.
Sua carreira dedicada à alegria do povo, à arte, ficara perpetuada nas imagens de TV, no lugar onde sempre gostou de estar e gostamos de vê-lo. Chico Anysio, o eterno professor do humor.
4º Setor – Chico Xavier
Chico Xavier nasceu em Minas Gerais e fora batizado com o nome de Francisco de Paula Cândido, mas adotou do pai o sobrenome Xavier, conforme ficou conhecido.
O menino franzino foi educado na fé católica, perdeu a mãe muito cedo e na sua infância fora castigado pelos maus tratos de sua madrasta, mas isso não foi suficiente pra minguar os sentimentos de amor ao próximo, do perdão e o seus dons espirituais.
“Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor”... Magoar alguém é terrível!
As feridas se cicatrizaram com o tempo, assim como o menino cresceu se tornando o mais importante divulgador da doutrina espírita no Brasil.
Entre todas suas obras literárias espíritas psicografadas, Nosso Lar, do espírito André Luiz, fora o mais vendido, era o ano de 1943. Daí em diante, Chico ficou conhecido por gente de todo país e do exterior, que o buscavam para curas e por mensagens de parentes desencarnados, mas muitos não acreditavam em seus dons, mesmo assim o homem de bom coração e compreensão jamais desanimou.
Em sua trajetória de vida dedicada ao espiritismo, Chico publicou inúmeros livros com mensagens psicografadas e converteu todo o dinheiro que recebia pelas suas vendas às suas obras de caridade.
O último dos Chicos, mas não menos importante. Um Chico iluminado que trouxe luz, esperança e conforto a um povo.
“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”.
ROTEIRO DO ENREDO OS CHICOS DO BRASIL, UM BRASIL DE FRANCISCOS.

Comissão de frente: Os Franciscos do Meu Brasil. Agrega-se um tripé com as figuras de Chico Mendes, Chico Buarque, Chico Anysio e Chico Xavier.
Abre Alas: Um Brasil mestiço recheado de culturas e homens de valor. Viva seu povo! Viva seus Franciscos.
Ala 01: Acre
Ala 02: Seringais
Ala 03: Sindicalista
Ala 04: Ideais – A floresta
Ala 05: Destaque no mundo
Ala 06: O silêncio da floresta – Mataram Chico Mendes
Destaque de chão: O choro da floresta
Alegoria 02: A floresta dominada pelo mal. Destaque: A ambição e a ganância do homem.
Ala 07: Rio de Janeiro
1º casal de MS e PB: As múltiplas artes
Rainha de Bateria: A música
Ala 08: (Bateria) Chico Buarque no Festival de Música Brasileira
Ala 09: Passistas: Ditadores
Ala 10 (compositores): Genial compositor
Ala 11: O exílio na Itália
Ala 12: Aos amigos
Destaque – Um genial cultural
Alegoria 03: O Chico das Artes- Destaque para suas principais obras: O Grande Circo Místico, Gota d'água, Calabar, Ópera do Malandro e Roda Viva.
Ala 13: Ceará
Ala 14: O mestre das artes
2º Casal de MS e PB: A TV. O dom da comunicação
Ala 15: Professor Raimundo
Ala 16: Alberto Roberto
Ala 17: Ala das Baianas: Salomé
Ala 18: Bento Carneiro
Destaque de Chão: Humor
Alegoria 04: TV. A casa de Chico Anysio
Ala 19: Minas Gerais
Ala 20: Fé Católica
Ala 21: (crianças) Infância castigada
3º Casal de MS e PB: O amor ao próximo e o perdão
Ala 22: Espiritismo
Ala 23: Nosso Lar
Ala 24: Caridade
Ala 25: Ofensas
Ala 26: Adoração
Destaque de chão: O dom espiritual
Alegoria 05: O Chico do Povo. Espírito de Luz